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MULHERES FORAM ÀS RUAS EM DEFESA DA DEMOCRACIA

O Sinsexpro foi às ruas ontem juntamente com as trabalhadoras do Conselho Regional de Psicologia, Luciana, Beatriz, Jessica e Edilene e do Conselho Regional de Serviço Social, Zenira e Neide, além de movimentos de mulheres, a CUT e outros sindicatos "Pela vida das mulheres, democracia e soberania. Temer sai, aposentadoria fica". O ato pelo Dia Internacional da Mulher reuniu cerca de 10 mil manifestantes na avenida Paulista, que pediram também o fim da violência doméstica e do feminicídio, exigindo respeito, dignidade e igualdade de tratamento.     O tempo todo as manifestantes bradaram pela democracia, contra os retrocessos. “Não queremos mais racismo, assassinatos, mas uma sociedade que tenha trabalho, terra, água, direitos. E sem democracia não temos como conquistar isso, a democracia é nosso eixo”, disse Analu Faria, militante histórica da Marcha Mundial das Mulheres. Em todo o Brasil, houve protestos em cerca de 50 cidades. E o 8 de março rompeu barreiras até em lugares insuspeitos como no Iraque, país muçulmano onde 300 mulheres correram pelas ruas de Mossul na primeira maratona celebrada na cidade libertada do Estado Islâmico há oito meses. Mas a mobilização foi especialmente relevante na Espanha, onde milhões de mulheres aderiram a uma greve geral, em um protesto histórico, sem precedente no país e em todo mundo. Na América Latina, a Argentina foi, mais uma vez, o país com a maior mobilização.

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