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RACISMO E BRANQUITUDE

Gill Barbosa, diretor da Secretaria de Comunicação do Sinsexpro, é o entrevistado desta semana na campanha do mês da Consciência Negra. Nesta breve reflexão, ele fala dos desafios e barreiras a serem trabalhados sobre a pressão social em embranquecer a população para possíveis resultados satisfatórios, desprezando desta forma a raça negra como índice relevante de estatísticas favoráveis de crescimento.    A compreensão da branquitude faz-se necessária para identificação dos privilégios dos brancos em detrimento da marginalização em que ainda se encontram os não-brancos. Com a criação das ações afirmativas para a população negra brasileira, reacenderam-se ainda mais os debates e questionamentos sobre nossa formação étnica e sobre a diferenciação entre brancos e negros. Nesse sentido, ser branco no Brasil está ligado à aparência, ao status e ao fenótipo, resultando daí distinções e privilégios em relação aos não-brancos. CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR AO VÍDEO

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