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SEGUE A LUTA NO CREA SP

MANDADO DE SEGURANÇA DÁ UM PASSO    O Mandado de Segurança impetrado pelo Sinsexpro para barrar a pretensão do CREA SP de exigir trabalho presencial de todas/os as/os suas/seus funcionárias/os, sem critérios estabelecidos, foi apreciado inicialmente, com determinação do juiz para  que o Conselho se manifeste, antes de ser apreciado nosso pedido de liminar. Clique aqui e veja o documento.
  SEGUE A LUTA Na quinta-feira, 10 de dezembro, o Sinsexpro cumpriu deliberação das/os funcionárias/os do CREA SP e realizou Ato de Protesto na unidade da Av Angélica, por ocasião da Plenária do Conselho. Em tempos de pandemia, o Ato foi realizado em formato inédito. Compareceram presencialmente apenas os dirigentes do Sindicato, que distribuíram carta aberta aos participantes do evento, e também à população, denunciando o desrespeito do Conselho à data base da categoria, que é 1º de maio, e na qual não foi concedido reajuste salarial, sequer pelo índice de 2,46% apurado no período. Mas, em uníssono com essa ação, as/os funcionárias/os repercutiram as ações nas suas mídias sociais, engajando centenas de pessoas e atingindo alcance de mais de 2.000 pessoas.

   Dados apurados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos – DIEESE, publicados na última semana, demostram uma elevação importante no custo de vida das/os trabalhadoras/es, com aumento no valor dos itens que compõem a cesta básica, que, em São Paulo por exemplo, chegou ao patamar de R$ 629,18 e a inflação atual bate a marca de 4%. É nesse cenário catastrófico, em que o trabalhador se vê cada vez mais oprimido pela luta de manutenção da sua dignidade e garantia da alimentação básica, que o CREA SP espera que corrigir os salários apenas por parte da inflação oficial (a partir de 1º de novembro), possa manter a condição das/os suas/seus funcionárias/os como contribuintes e peça primordial na estabilização do sistema para manutenção da engrenagem.

   As/os funcionárias/os do CREA SP sustentaram a qualidade no desempenho de suas tarefas no propósito de manter o Conselho funcionando com o mínimo de prejuízo à categoria de classe por ele assistida. O mínimo que se pode aceitar no encerramento de um ano cheio de adversidades é a reposição da inflação aos salários, na data base. Diante da negativa do Conselho, segue a nossa luta. U  

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