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A GREVE TEVE INÍCIO NO DIA 16/07

Reunidos em assembleia no dia 12/07, as/os trabalhadoras/es do CRTR SP decretaram GREVE A PARTIR DO DIA 16/07, como forma de demonstrar a insatisfação em face do endurecimento das negociações e negativa do Conselho em apresentar proposta que garanta a recomposição das perdas salariais bem como dos benefícios já conquistados nos Acordos Coletivos de Trabalho pactuados com o Sindicato ao longo dos últimos anos.  Em nota oficial à sociedade e aos profissionais divulgada no dia 15/07 (clique aqui e veja íntegra), o CRTR SP mente ao afirmar que as/os trabalhadoras/es do Conselho pedem "10% de ganho real, mais reposição salarial, o que daria aproximadamente 17,5%, mais jornada de 30hs, prêmio por assiduidade, R$ 48,00 de Vale Refeição e R$ 488,00 de Vale Alimentação, Auxílio Educação de 100% da mensalidade, dentre muitos outros benefícios".    A reivindicação das/os funcionários é de apenas a reposição inflacionária pelo INPC, de 7,59%, sobre os salários, o vale alimentação, vale refeição e a manutenção do Acordo Coletivo anterior. Não há qualquer pedido de aumento real na pauta de reivindicação apresentada pelo sindicato. Portanto, a GREVE que se inicia HOJE é legítima para demonstrar a insatisfação das/os trabalhadoras/es em face do endurecimento das negociações e da negativa do Conselho em apresentar proposta que garanta a recomposição das perdas salariais bem como dos direitos já conquistados nos Acordos Coletivos de Trabalho pactuados com o Sindicato ao longo dos últimos anos. IMPORTANTE    A greve é um direito constitucional, não é abusiva, pois estamos em Campanha Salarial, além de o Sindicato ter cumprido os prazos legais de 48 horas a partir do comunicado ao CRTR SP. Qualquer forma de coação que tenha como intenção intimidar as/os funcionárias/os, como pressão de superiores para não adesão à greve, ameaças de advertência, podem ser caracterizados como crime contra a organização sindical e o Sindicato tomará as medidas cabíveis. TODAS E TODOS JUNTOS NA GREVE REPOSICÃO SALARIAL JÁ!  Os trabalhadores e trabalhadoras do CRTR SP já sofreram grave assédio moral reconhecido pelo Poder Judiciário.    Os trabalhadores e trabalhadoras do CRTR SP sofrem com a atual perda de seus direitos conquistados em acordos coletivos anteriormente firmados e com um verdadeiro arrocho salarial.    Os trabalhadores e trabalhadoras do CRTR SP agora passam a sofrer com a divulgação pelo Conselho de informações inverídicas (veja aqui carta aberta do CRTR SP) sobre as legítimas reivindicações dos funcionários.     Os trabalhadores e trabalhadoras do CRTR SP esclarecem a categoria dos técnicos, tecnólogos e auxiliares em radiologia e a sociedade em geral que: ESCLARECENDO A CARTA CRTR SP
O RAIO X DA VERDADE

MENTIRA X  VERDADE
  Os funcionários teriam pedido por uma jornada de 30 horas    Não foi objeto de negociação, sendo devida a carga horária disposta em contrato. 
  Os funcionários teriam pedido 10% de ganho real mais reposição salarial, o que daria aproximadamente 17,5%   Ainda que os funcionários não tenham tido reposição da inflação sobre seus salários desde 2019, conscientes da situação atual, pediram apenas a aplicação do INPC para o último ano que é de 7,59%, sem qualquer pedido de aumento real 
  Os funcionários teriam pedido um prêmio por assiduidade    Esclarecemos que esse prêmio já era praticado conforme acordo coletivo anterior e compreende apenas na concessão de folga no dia do aniversário do trabalhador 
  Os funcionários teriam pedido R$ 48,00 de Vale Refeição    Sem reajuste desde 2019, diante perda do poder de compra do benefício e conscientes da situação atual, foi pedida a aplicação do INPC para o último ano que é de 7,59%, gerando um aumento do valor R$ 2,54 sobre o valor atualmente pago que é de R$33,50 
  Os funcionários teriam pedido R$ 488,00 de Vale Alimentação    Sem reajuste desde 2019, diante perda do poder de compra do benefício e conscientes da situação atual, foi pedida a aplicação do INPC para o último ano que é de 7,59%, gerando um aumento do valor R$ 17,70 sobre o valor atualmente pago que é de R$ 233,20 
  Os funcionários teriam pedido um Auxílio Educação de 100% da mensalidade    Não foi objeto de negociação 
  Apresentam que, pelas condenações por prática de assédio, houve prejuízo de mais de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) nos dias de hoje e que esta situação deixou o CRTR de São Paulo com sérios problemas financeiros.    A prática de assédio moral condenada pela Justiça não deve ser considerada como despesa do CRTR/SP e muito menos deve ser arcada pela categoria ou pelos funcionários que foram as vítimas, DEVE SER COBRADA DE QUEM DEU CAUSA AO PREJUÍZO
Conheça a pauta de reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras do CRTR SP e o anterior acordo coletivo cujas cláusulas pedimos a manutenção. LUTAMOS POR NENHUM DIREITO A MENOS!  

ENTENDA
 
FUNCIONÁRIAS/OS DO CRTR/SP ENCONTRAM-SE EM GREVE PELA MANUTENÇÃO DOS SEUS DIREITOS E PELA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS À CATEGORIA E À SOCIEDADE. 
   Em negociação em prol das/os trabalhadoras/es, o Sinsexpro pleiteou ao CRTR SP a manutenção das cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) assim como apenas a reposição salarial, VR e VA através do índice do INPC (7,59%), diante da perda do poder de compra ante a inflação. No entanto, aproveitando-se da crise pandêmica que atingiu o mundo, o CRTR SP através de um discurso de "iminente falência" (não comprovada até o momento perante ao Sinsexpro) de forma unilateral decidiu em plenário retirar todos os direitos já garantidos através dos ACTs anteriormente firmados. 

COMPARATIVO DE GASTOS ENTRE
CONCURSADOS X ASSESSORES E CONSULTORIA

 

   O quadro de funcionárias/os do CRTR SP é bastante enxuto por setores, porém, mesmo em teletrabalho e sendo a grande parte dos custos arcada pelas/os funcionárias/os (como internet, celular, computador pessoal, energia elétrica) foi mantido o comprometimento e o engajamento das equipes para manter a qualidade dos serviços prestados. (Veja no site do CRTR SP http://twixar.me/0SYm/ ). 

PEDIMOS O SEU APOIO À NOSSA LUTA
 
   Como podemos ver a "iminente falência" do CRTR SP é incoerente com os sucessivos aumentos concedidos aos conselheiros, diretores, delegados, e convidados não confirmam a crise orçamentária alegada pelo Conselho.     Um sistema que valoriza apenas seus assessores (não concursados) e seus próprios interesses jamais conseguirá prestar um bom serviço aos técnicos, tecnólogos e auxiliares em radiologia. Valorizar os funcionários concursados, responsáveis pelos serviços diários, é valorizar a categoria.     Assim como vocês, as/os trabalhadoras/es lutam para a manutenção dos direitos já adquiridos em ACTs anteriores e pela harmonia no ambiente de trabalho, pelo respeito e pela dignidade ao serviço prestado à sociedade   Buscamos transparência, clareza dos atos públicos e boa administração dos recursos em favor da categoria e não apenas de seus representantes eleitos.     Diante desse cenário, convidamos todos a unir forças conosco nesta luta em prol da boa prestação do serviço público e da correta alocação do orçamento do CRTR SP composto pela anuidade paga pelos profissionais da radiologia.  LUTAMOS POR NENHUM DIREITO A MENOS! O CRTR SP vem arrochando salários das/os trabalhadoras/es da entidade, alterando data do pagamento sem aviso prévio, não efetuando o pagamento do auxílio creche e promovendo a retirada de outros direitos conquistados há muito tempo em acordos coletivos anteriormente firmados. Diante disso, as/os funcionárias/os decretaram GREVE desde o último dia 16/07. A direção do CRTR SP enviou ofício ao Sindicato (clique aqui e leia íntegra) e recebeu a seguinte resposta (clique aqui e leia íntegra). As/os trabalhadoras/es também divulgaram CARTA ABERTA com esclarecimentos aos profissionais e à sociedade (clique aqui e veja íntegra). As trabalhadoras e trabalhadores do CRTR SP completam hoje (23/07) 7 DIAS DE GREVE deflagrada no último dia 16 em resposta à falta de negociação do Conselho e à retirada de direitos. Com apoio do Sinsexpro, essa é a primeira greve da categoria em tempos de pandemia realizada totalmente no formato online.    O Sindicato promove reuniões virtuais diariamente com palestras de lideranças sindicais como Helcio Marcelino, da Secretaria de Organização Sindical da CUT-SP; Paulo Sergio Fernandes, presidente da Fenasera; Samuel Fernando de Sousa, professor da Escola Dieese; Renata Belzunces, analista técnica do Dieese; Victor Pagani, também do Dieese, que falaram sobre história do sindicalismo, ação sindical, greve, meio ambiente, economia em tempos de pandemia, alimentos e agrotóxicos, além do assessor jurídico do Sinsexpro, Arthur Jorge Santos, que esclareceu dúvidas sobre o direito de greve.

   Com a #CRTRSPNenhumDireitoAMenos, as/os trabalhadoras/es protestam virtualmente todos os dias com muita disposição e combatividade, construindo uma rede de apoio ampla. Além dos atos virtuais, o movimento grevista também dialogou com os profissionais e a sociedade a partir da divulgação de uma carta aberta (clique aqui e veja íntegra) na qual são detalhados os motivos da paralisação. Assim, nas redes sociais e no campo virtual, a última semana foi de muita luta em defesa dos direitos e da vida.   
LUTAMOS POR NENHUM DIREITO A MENOS! A falta de transparência e de interesse em negociar do CRTR SP faz com que a GREVE de suas/seus trabalhadoras/es, iniciada no último dia 16, complete hoje 10 dias. Aproveitando-se da crise da pandemia, o Conselho alega uma "iminente falência" (não comprovada perante ao Sinsexpro até o momento) para retirar todos os direitos já garantidos por meio de acordos coletivos anteriormente firmados. 
   
   O atual discurso da autarquia, no entanto, é incoerente com os vultosos pagamentos e sucessivos aumentos concedidos aos seus conselheiros, diretores e delegados. Por isso, as/os trabalhadoras/es seguem lutando pela manutenção dos direitos já adquiridos, pela harmonia no ambiente de trabalho, pelo respeito e pela dignidade ao serviço prestado à sociedade. 

   Em mais uma ação autoritária, o Conselho bloqueou e apagou todos os comentários dos funcionários, apoiadores do movimento e do Sindicato em suas redes sociais. Os/as trabalhadoras/es estão informando aos profissionais da radiologia o verdadeiro motivo da greve que infelizmente acarreta na dificuldade de atendimento do órgão. O Conselho não respeita os trabalhadores não se mostrando aberto ao diálogo e retirando relevantes direitos até então concedidos pela entidade, mas também não respeita a categoria já que falta com a verdade sobre o pleito dos funcionários e os motivos da greve (VEJA AQUI).
 
   Lamentável a postura do CRTR SP ao não agir com transparência quanto ao movimento grevista perante aos profissionais das técnicas radiológicas e sociedade em geral.
CRTR DIGITAL, MAS E A TRANSPARÊNCIA? QUEREMOS TRANSPARÊNCIA E VERDADE  
   Ao longo de quatro meses o Sinsexpro busca, sem sucesso, a renovação do acordo coletivo para as/os funcionárias/os do CRTR/SP (clique aqui e veja carta aberta) . O endurecimento das negociações pelo Conselho foi baseado em alegações de dificuldades financeiras trazidas pela pandemia, que não condizem com a realidade.   De acordo com o portal transparência do CRTR/SP verificou-se um superávit orçamentário no valor de R$ 1.177.748,47, no ano de 2020. No mesmo ano foi registrada a maior arrecadação desde a sua fundação, contrariando o discurso da gestão atual de "iminente falência".     Apesar do recorde de arrecadação, o CRTR/SP não só retira direitos dos funcionários como prejudica o atendimento à categoria.     Para além da inevitável greve, empréstimos gratuitos de funcionários concursados do órgão para outros regionais contribuem para a diminuição da quantidade de efetivos e, consequentemente, trazendo prejuízos aos profissionais representados pelo CRTR/SP.    Em momentos de crise, o CONTER é responsável por auxiliar os regionais, não cabendo ao Conselho arcar com esse custo.
NOTA DE REPÚDIO AO CRTR SP
 
   O SINSEXPRO repudia a ameaça sobre funcionário concursado do CRTR/SP realizada em 28/07 pelo conselheiro e presidente da Comissão de Ética e da Coordenação Regional de Educação - CORED do órgão, o TN. Cláudio Anderson Rodrigues de Souza.      Através de um grupo público do Facebook denominado Técnicos em Radiologia – Brasil, o conselheiro intimidou um trabalhador enquanto este exercia seu direito constitucional de livre manifestação ao esclarecer a categoria sobre a dificuldade de atendimento do CRTR/SP devido à greve dos funcionários.     Além dessa intimidação, no dia 23/07 os funcionários em greve já haviam sido silenciados em ação coletiva em que buscavam difundir nas redes oficiais do CRTR/SP os reais motivos do movimento paredista.     Não bastassem fake news veiculadas pelo CRTR/SP em Nota Oficial (VEJA AQUI E AQUI), a retirada de direitos dos/as trabalhadores/as já garantidos em acordos coletivos anteriores (VEJA AQUI) e silenciamento coletivo anterior; esse último fato se revela ainda mais grave considerando que partiu do atual presidente da Comissão de Ética e da CORED.      Esclarecemos que a Comissão de Ética é responsável justamente pela apuração de infrações ao Código de Ética que tem por princípio pautar a vida profissional e pessoal dos profissionais das técnicas radiológicas, enquanto a CORED tem como atribuição estimular a importância de se buscar a elevação intelectual da categoria.     Esse clima de autoritarismo e intimidação instaurado contra a liberdade fundamental de expressão, é exemplo da forma de gestão do 5º Corpo de Conselheiros do CRTR/SP e nítido ato antissindical, cujo intento é de censurar vozes de seus/suas trabalhadores/as atentando contra valores constitucionais que garantem o pleno exercício democrático de expressão e de greve.     Repudiamos tais práticas e principalmente a postura da autarquia ao faltar com a transparência e respeito para com a sociedade, a categoria e principalmente com seus funcionários.            SÃO PAULO, 29 DE JULHO DE 2021   Em nova nota oficial divulgada à sociedade e aos profissionais das técnicas radiológicas, o CRTR SP conta mais mentiras sobre a greve de seus/suas trabalhadores/as que já dura 14 dias.   "...impasse na negociação se deu devido ao pleito de reajuste nos salários em plena crise, em que a Categoria Profissional não teve reajuste ou qualquer outro benefício, e que não poderíamos conceder Vale Refeição de R$ 48,00 e Vale Alimentação de R$ 488,00. O que poderíamos era manter o Vale Alimentação, o Plano de Saúde e o Vale Refeição nos patamares que estão hoje".

Ao longo de quatro meses o Sinsexpro busca, sem sucesso, a renovação do acordo coletivo para as/os funcionárias/os do CRTR/SP (clique aqui e veja carta aberta). O Sinsexpro pleiteou ao CRTR SP apenas a manutenção das cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) assim como a reposição salarial, VR e VA pelo índice do INPC (7,59%). Os valores dos reajustes requeridos não chegam nem perto dos valores divulgados pelo CRTR SP e representam apenas aumento de R$ 2,54 no VR e R$ 17,70 no VA. Em contrapartida, o CRTR não só não se manifestou pela manutenção dos benefícios como então praticados, como demonstrou interesse em precarizar o convênio médico atualmente oferecido em plena pandemia, além de já retirar importantes benefícios como auxílio-creche e até alterar a data de pagamento dos salários dos funcionários de forma unilateral e sem qualquer aviso prévio.
"...insistem a todo custo reajuste não só nos salários, mas nos benefícios, bem como a manutenção dos benefícios concedidos pelas gestões anteriores, o que levará a uma severa crise financeira".    O portal transparência do CRTR SP apresenta um superávit orçamentário no valor de R$ 1.177.748,47 no ano de 2020. No mesmo ano foi registrada a maior arrecadação desde a sua fundação, contrariando o discurso de "iminente falência". Além disso, os reajustes de diárias e jetons, além do aumento significativo dos cargos de assessores e impacto nas receitas contradizem o discurso do CRTR SP. Essa gestão não apresentou nenhuma planilha que demonstrasse dificuldade de arrecadação, ainda que o Sindicato e os funcionários insistissem em tal demonstração o que, certamente, se fosse comprovado os funcionários se sensibilizariam, ainda que sofressem consequências salariais e nos benefícios. "...Não achamos justo com a Categoria Profissional que estão (SIC) a duras penas na linha de frente, muitos sem qualquer reajuste ou benefício, sacrificarem-se com o valor das anuidades mais altas para garantir reajuste em meio a pandemia e crise econômica".    Somos solidários aos profissionais da radiologia e juntos às forças organizadas do país estamos nas ruas defendendo o emprego, o serviço público e a dignidade para todos os trabalhadores. Mas não é retirando benefícios e deixando de corrigir os salários que a distribuição de renda e melhorias de emprego vão se resolver. Teremos sempre o maior interesse em participar de atos e ações, lado a lado, junto a outras classes profissionais. Os funcionários do CRTR SP se solidarizam com a categoria e se empenham no exercício de suas atividades a ponto de arcarem com os custos do teletrabalho e utilizarem na maioria computadores e telefones pessoais para atendimento.    Assim como os profissionais da radiologia, as/os trabalhadoras/es do CRTR SP lutam apenas para a manutenção dos direitos já adquiridos em ACTs anteriores e pela harmonia no ambiente de trabalho, pelo respeito e pela dignidade ao serviço prestado à sociedade. Buscamos transparência, clareza dos atos públicos e boa administração dos recursos em favor da categoria e não apenas de seus representantes eleitos.    Em ofício enviado hoje ao CRTR SP (clique aqui e veja íntegra), o Sindicato comunica que, juntamente com as/os trabalhadoras/es, permanece disposto ao diálogo para a retomada das negociações em sua totalidade. O Sinsexpro reafirma que o pleito das/os funcionárias/os é apenas a manutenção de todas as cláusulas constantes do último acordo coletivo firmado com mera reposição pelo índice do INPC, de 7,59%, sobre os salários além de adequação do vale-refeição para R$ 36,04 e vale-alimentação para R$ 250,90, ou seja, apenas a compensação das perdas inflacionárias do último ano sobre essas três cláusulas econômicas citadas.     Apesar dos constantes apontamentos do Conselho sobre a suspensão do contrato de trabalho em decorrência da greve, o Sindicato  ressalta que não há qualquer impedimento ao direito das trabalhadoras e dos trabalhadores de buscar a legítima negociação de acordo coletivo do trabalho, que o Conselho vem negando reiteradamente. Portanto, o Sinsexpro e os/as trabalhadores/as esperam manifestação urgente por parte do CRTR/SP, no prazo máximo de 48 HORAS.  Em greve há exatos 20 dias, as trabalhadoras e trabalhadores do CRTR SP participam nesta sexta-feira (6/08) da Greve Solidária, campanha de doação de sangue que será realizada no Hospital das Clínicas. O objetivo da ação é mostrar que, apesar da constante luta diante da falta de negociação do Conselho e à retirada de direitos promovida pela entidade, os funcionários permanecem conscientes que o momento da pandemia pede empatia e cuidado com o próximo. 
   
 A iniciativa foi definida pelos trabalhadores como forma de salvar vidas através da renovação do estoque do banco de sangue do Hospital das Clínicas, além de dar maior visibilidade ao legítimo movimento de paralisação deflagrado no dia 16/07. Com o ato da doação de sangue fica evidente o sentimento de solidariedade das/os trabalhadoras/es do CRTR SP, que esperam o mesmo do Conselho no atendimento às suas reivindicações.
  O Sinsexpro enviou hoje notificação extrajudicial ao CRTR SP solicitando em caráter de urgência o direito de resposta às 02 (duas) matérias denominadas “NOTA OFICIAL À SOCIEDADE E AOS PROFISSIONAIS DAS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO QUANTO A GREVE DOS SERVIDORES DO CRTR/SP” divulgadas no site oficial do Conselho e a segunda nota oficial transmitida para todos os endereços eletrônicos cadastrados de profissionais inscritos perante a entidade e para alguns funcionários do órgão de classe, através de envio de mala direta.       O Sindicato comunica que as afirmações do Conselho desinformam a categoria e a população em geral sobre os motivos da greve das/os trabalhadores/as, ofendendo o regime democrático e fomentando o preconceito e discurso de ódio de toda a classe profissional que representa.    O pedido do Sindicato está baseado na Constituição Federal de 1988 e  na Lei 13.188, de 11 de novembro de 2015, também conhecida como Lei Requião ou Lei do Direito de Resposta, que assegura o direito de resposta ou retificação do ofendido em matéria divulgada, publicada ou transmitida por veículo de comunicação social.Clique aqui e veja íntegra da notificação extrajudicial.








 
  Em audiência de conciliação realizada ontem no Tribunal Regional do Trabalho, em total conformidade com as reivindicações das/os trabalhadoras/es do CRTR/SP, o Poder Judiciário apresentou às partes a seguinte sugestão conciliatória: manutenção de todas as cláusulas sociais constantes no ACT anterior e reajuste de 7,59% sobre salários, piso salarial e em todas demais cláusulas econômicas. O juiz propôs ainda o abono de 50% dos dias parados da greve. 

   O CRTR SP não apresentou qualquer proposta em juízo e pediu um prazo maior para manifestação no dissídio. No entanto, a Justiça do Trabalho preocupada com a situação dos funcionários em greve por longo período diante do endurecimento das negociações por parte da autarquia, concedeu 48 horas para o Conselho apresentar defesa. 

   A greve, que completa hoje 48 dias, continua até a manifestação do Conselho. A determinação e a perseverança das/os trabalhadoras/es do CRTR SP que, junto ao Sindicato, vêm lutando contra a retirada de direitos, fortalecem a luta e garantirão o atendimento do pleito pela Justiça. O movimento paredista está orgulhoso da luta e convicto de que a mobilização continua na busca de melhores condições de trabalho sempre.       
   Em mais um ato de solidariedade, as/os trabalhadoras/es em greve do CRTR SP realizaram doações às obras sociais do Padre Júlio Lancellotti. As/os funcionárias/os arrecadaram mais de R$ 2.000,00 na ação solidária transformando esse valor em 1560 achocolatados e 1665 bolinhos. Os produtos foram entregues ontem na Paróquia São Miguel Arcanjo, no Belenzinho, da qual Padre Júlio é páraco.    Hoje pela manhã, costumeiramente vestido com seu jaleco branco, avental laranja, sandálias pretas e máscara protetora, Padre Júlio já organizava o material recebido das/os trabalhadoras/es do CRTR SP para ser oferecido às centenas de pessoas que, todos os dias, procuram o Centro de Convivência São Martinho de Lima para tomar o café da manhã. A ação do movimento paredista do CRTR SP teve como objetivo fortalecer a luta de quem volta seu olhar ao próximo e dissemina a importância da união para transformar nossa atual realidade.  

  A greve das trabalhadoras e trabalhadores do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia, o CRTR SP, completa hoje 70 dias. Em assembleia realizada ontem, quarta-feira, 22/09, as/os funcionárias/os decidiram manter a paralisação contra o retrocesso, até o julgamento do Dissídio Coletivo pela Justiça do Trabalho.    A greve se mantém pela total falta de diálogo por parte do CRTR SP e recusa da proposta conciliatória do Poder Judiciário de reajuste de 7,59% sobre salários, piso salarial e em todas demais cláusulas econômicas, além da manutenção de todas as cláusulas sociais constantes no Acordo Coletivo anterior, nos mesmos moldes das legítimas reivindicações das/os trabalhadora/es da autarquia. A paralisação também se mantém como modo de assegurar a saúde mental dos funcionários através do pleito de um ambiente isento de assédio moral, tendo em vista o rol de práticas assediosas, antissindicais e anti-grevistas praticadas pelo CRTR SP desde a deflagração da paralisação.    O movimento paredista reivindica ainda um ambiente hígido de trabalho em relação às instalações físicas do Conselho no período de pandemia e mesmo após esta, de acordo com os protocolos sanitários necessários à prevenção da COVID-19. As trabalhadoras e trabalhadores do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia, o CRTR SP, seguem firmes na GREVE que já ultrapassa 80 dias. A paralisação é a mais extensa registrada na categoria e se mantém por longo período devido a total falta de diálogo e pelas ações protelatórias do Conselho que buscam atrasar a resolução do movimento paredista.    Em total conformidade com as reivindicações dos trabalhadores, a Justiça do Trabalho já apresentou às partes a sugestão conciliatória de manutenção de todas as cláusulas sociais constantes no Acordo Coletivo anterior e reajuste de 7,59% sobre salários, piso salarial e em todas demais cláusulas econômicas, além do abono de 50% dos dias parados da greve. O CRTR SP, por sua vez, recusou a proposta.     Em parecer do Ministério Público do Trabalho – MPT no Dissídio de Greve, este se manifesta contrário ao retrocesso social pretendido pelo CRTR/SP de modo a recomendar a adoção do pleito dos funcionários conforme sugestão conciliatória. E, ainda, o MPT deixa claro seu entendimento sobre a legalidade da greve deflagrada desde 16/07/2021.     Desde o início do movimento paredista, enquanto os funcionários buscam solucionar a questão, o CRTR/SP adota uma postura rígida criando obstáculos à análise da demanda pelo Poder Judiciário.     Ao invés de se abrir ao diálogo para resolução da greve, o CRTR/SP persiste em não acolher as reivindicações dos trabalhadores, optando por admitir novos assessores comissionados, pagar horas extras e até contratar prestadores de serviços substitutos o que caracterizam ações assediosas, antissindicais e anti-grevistas, em total desrespeito aos funcionários e aos valores pagos pela categoria dos profissionais das técnicas radiológicas.     Por tudo isso e até que o CRTR/SP garanta um ambiente de trabalho saudável, os trabalhadores continuarão em greve até o julgamento do Dissídio pela Justiça. GREVE das trabalhadoras e trabalhadores do Conselho Regional de Técnicos em Radiologia, o CRTR SP, completa hoje 90 DIAS. A paralisação é a mais longa registrada na categoria e tem sido marcada pela união das/os funcionárias/os, que seguem firmes nas justas reivindicações de um ambiente saudável de trabalho, assim como de reajuste de 7,59% sobre salários e demais cláusulas econômicas e manutenção de todos os termos do acordo coletivo anteriormente firmado.    O Sindicato, por sua vez, permanece representando as/os trabalhadoras/es na luta por seus direitos, não admitindo práticas antissindicais e assediosas que vêm sendo praticadas pelo CRTR/SP em total desrespeito com os funcionários e a categoria dos profissionais das técnicas radiológicas.    Nesses 90 dias de luta, sendo a greve deflagrada como única forma de enfrentamento à intransigência do Conselho, vimos o descaso da autarquia com os profissionais de sua categoria e funcionários por permitir tão longa paralisação sem oferecer nenhuma perspectiva para superar o impasse, cabendo inclusive ao SINSEXPRO e trabalhadores buscarem o judiciário para decidir a demanda.    Por tudo isso, as/os trabalhadoras/es continuarão
em greve até o julgamento do Dissídio pela Justiça.
PARABÉNS TRABALHADORAS/ES!

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