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DIREITO À LIVRE ORGANIZAÇÃO SINDICAL É ESSENCIAL À DEMOCRACIA

 Perseguição, retaliação e tentativa de intimidação são sinais flagrantes de prática antissindical exercida com frequência sobre trabalhadoras/es em razão do seu legítimo exercício do direito de livre manifestação, de organização e de mobilização. Não raro o Sindicato se depara com situações ocorridas nos Conselhos/Ordem em que algumas chefias agem com truculência e falta de decoro para com os funcionários que participam das ações do sindicato, apesar de ser este o seu legítimo representante perante o empregador.    Importante lembrar que qualquer ato de perseguição às/aos trabalhadoras/es, em razão da sua livre manifestação, corresponde a ASSÉDIO MORAL e PRÁTICA ANTISSINDICAL, uma vez que são direitos resguardados pela Constituição Federal. Assim, ao solicitar reunião com o gestor do Conselho ou reunião com as/os funcionárias/os, o Sindicato pauta-se na lei maior do país, a Constituição Federal, bem como em norma da OIT - Organização Internacional do Trabalho da ONU, não podendo estas solicitações serem confundidas com disposições contidas em velhos estatutos que vedam "atividades estranhas ao serviço".    Tal ação representa medida arbitrária uma vez que inibe o exercício do direito constitucional trazendo constrangimento à atividade sindical que sempre visa a melhoria das condições de trabalho do conjunto de trabalhadores. Portanto, o Sinsexpro rechaça com veemência qualquer possibilidade de controle e submissão ao direito das/os trabalhadoras/es de lutarem por suas reivindicações. As entidades que praticarem estas ações serão acionadas judicialmente, sem prejuízo de registrar os fatos no processo de Dissídio Coletivo. O direito à livre organização sindical é essencial
à democracia e está previsto na nossa Constituição.
   Denuncie ao Sindicato qualquer ato de retaliação
ou censura à sua participação nas ações sindicais. 

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